Pare de discutir TI em “tequês” e finanças em “financeirês”
Em uma conversa executiva de 30 minutos comigo, eu ajudo Finanças e TI a olharem para o mesmo painel: quanto a tecnologia hoje está protegendo, economizando ou destruindo caixa na sua empresa.
Nessa conversa “TI que Gera Caixa”, eu vou te ajudar a:
- Enxergar, em linguagem de diretoria, onde estão os principais riscos de disponibilidade, segurança e LGPD hoje — sem jogar a TI na fogueira.
- Identificar oportunidades reais de economia em contratos, cloud, telecom e licenças, alinhando CFO e TI nas mesmas prioridades.
- Ter clareza se faz sentido (ou não) avançar para um Plano Estratégico de TI 12–24 meses que traduza tecnologia em caixa, risco e crescimento.
Se hoje o financeiro vê TI como centro de custo e a TI sente que não consegue provar o valor que entrega, essa é a forma mais rápida de colocar todo mundo na mesma página.
Solicitar conversa executiva “TI que Gera Caixa”
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Se o financeiro reclama do custo de TI e a TI reclama da falta de visão, essa conversa é o ponto de encontro
Se vocês se reconhecem em pelo menos um desses cenários:
- O CFO/Diretor Financeiro aprova CAPEX e OPEX de TI sem conseguir defender, em números, o retorno desses investimentos no conselho.
- A TI vive apagando incêndio, falando de servidor, link e firewall, enquanto a diretoria precisa falar de DRE, EBITDA, margem e risco.
- Fornecedores empurram soluções “da moda” e o time interno de TI vira apenas executor, sem espaço para discutir estratégia.
- Qualquer parada de sistema crítico vira um caos operacional, mas ninguém consegue mostrar, em reais, o impacto disso nem o custo de continuar assim.
Então faz sentido a gente conversar — juntos, Finanças e TI.
Nos últimos 32 anos, eu sentei dos dois lados da mesa: como técnico, como gestor e como executivo em projetos de infraestrutura, telecom e transformação digital em empresas como FIAT, Oi, Unimed-BH, ArcelorMittal, CCPR e outras.
Foi dessa experiência que nasceu o sistema “TI que Gera Caixa”, que organiza a tecnologia em 3 fases e cria uma linguagem comum entre Finanças e TI:
- Diagnóstico e Enquadramento — leitura profunda do negócio, dos riscos e dos custos de TI, em linguagem de diretoria, com a visão conjunta de Finanças e TI.
- Plano Estratégico de TI 12–24 meses — roadmap claro de projetos, investimentos e ganhos esperados em economia, redução de risco e eficiência, com prioridades acordadas entre as áreas.
- CIO Estratégico as a Service — acompanhamento mensal para garantir que o plano saia do papel, enquadrar fornecedores e manter cada decisão de TI alinhada ao caixa e à estratégia.
Nessa primeira conversa, eu não vou vender projeto. Vou ajudar vocês a enxergarem, juntos, se faz sentido — ou não — aplicar esse modelo na realidade da empresa.
Se vocês querem parar de aprovar TI no escuro e começar a tratar tecnologia como unidade de negócio, o próximo passo é simples:
Quero avaliar minha TIDepois de enviar seus dados, eu vou analisar o cenário e entrar em contato pelo WhatsApp para alinharmos a conversa com Finanças e TI na mesma reunião.